CANTARES & POESIA

Escrevo somente e tão somente quando a emoção me conduz -- é na escrita que desato os nós interiores, que limpo caminhos para poder enxergar melhor, que me percebo semeando nos dias, de alguma forma, mas a colheita não importa. Ela pertence a Deus, ou Àquela Consciência Maior que me faz estar aqui (ainda). -Lúcia Constantino -- Os textos aqui publicados estão protegidos pela Lei de Direitos Autorais.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

INFÂNCIA

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Não esqueço dos laranjais à beira da estrada, enfeites de Natal que continuam balançando na minha árvore da memória. Tal qual as caramb...
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Teu Silêncio

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Alí, nesse Teu silêncio atravesso minha terra de mágoas e leis que me fizeram fruto sobre raízes cansadas. Não sou capaz de reflorescer...
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terça-feira, 13 de julho de 2010

O amor nos tempos do onça (*)

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Chega-se perto de algumas paragens. Perto. Jamais dentro. O possível vem sem luz. Enunciados de silêncios. Claridades que choram por si mesm...
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

NESSE LUSCO-FUSCO

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Queria parar as horas desse céu trançado de nuvens: clerical pedágio para o infinito. Travar as horas - queria, queria, para me resgatar sem...
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domingo, 20 de junho de 2010

O Grande Sentido

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Quem chorará comigo aquele que se foi hoje! Quem entenderá que seu sangue era vermelho como o meu, que seus olhos brilhavam como os meus, qu...
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

FRIO

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Frio. Apenas esses olhos de memória passeiam lá fora. Esses dias frios trazem a distância entre o corpo e o espírito. Dirijo-me a essas coi...
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Quem sou eu

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Lucia Constantino
Professora e tradutora. Livro publicado: "Asas ao Anoitecer" (2005), sob o incentivo da Fundação Cultural de Curitiba e da empresa Electrolux, com prefácio da poeta, contista e jornalista Olga Savary - RJ (tradutora de Pablo Neruda, Lorca, Vargas Lhosa, Octávio Paz, entre outros).
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