
A pequena flor
habita a manhã
de um novo dia.
Dá as mãos às outras flores
para não se vergar aos ventos
e deixar de ser perfume.
Sorve a água das mãos
que a colhem
sempre que é preciso morrer
para renascer dentro de um coração.
A pequena flor...
em sua vida aberta para o mundo
e o ar na pele.
Esvoaçar lembranças
que engendrarão raízes
no lusco-fusco
das pálpebras dos sonhos.
(Direitos autorais reservados).
foto:http://flowersofhappinessandpeace.ning.com
Ser na pequena flor essa essência, essa vida incontida, infinita... Ser em amor. Esse estado de infinitude só encontro na sua poesia, Lucia. Simplesmente lindo, amiga.
ResponderExcluirCristálicos versos! lindo !
ResponderExcluiradorei!
beijão prof!
D.M.
Querida Lúcia!!!
ResponderExcluirMuito linda esta poesia! A representatividade do amor contida nesta pequena flor!Adorei! Meus parabéns!
Poeta Cigano!!!!!!!!!!!!!
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ResponderExcluirUm poema terno e bonito!
Beijos de luz e o meu carinho, querida Lucia...
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