
Por um momento me passa
essa água livre entre os dedos.
Corre direto aos meus lábios,
tão crédulos dos desvelos.
Entendes, ó roseiral
o que a linguagem humana
diz em sua líquida metamorfose?
Ao criar raízes, a seiva fala.
E assim aos olhos.
Derramar-se para permanecer.
(Direitos autorais reservados)
Eu vou ficar aqui sentindo essa seiva, que é tão pura, tão exclusivamente sua. Lú, beijos no seu coracão.
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